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Todos os automóveis têm um gerador, sem o qual as necessidades de corrente elétrica num veículo atual esgotariam em pouco mais de uma hora toda a carga de uma bateria carregada. O gerador pode ser um dínamo, que gera corrente contínua (CC), ou de um alternador, que gera corrente alternada (CA), que depois é retificada por uma ponte de díodos disposta no seu interior.

Um alternador pode debitar mais corrente do que um dínamo das mesmas dimensões e assim carregar a bateria quando o motor funciona em marcha lenta, o que constitui uma vantagem em condições de tráfego intenso e permite a utilização de determinados acessórios. Porém, como uma bateria é carregada apenas por uma corrente contínua, o alternador implica a necessidade de um retificador para converter a corrente alternada em contínua.

Dada a dificuldade em retirar corrente do induzido, devido aos seus complexos enrolamentos e em arrefecê-lo, a intensidade máxima da corrente do dínamo está limitada a cerca de 30 A e a sua velocidade máxima a 9 000 RPM para motores cuja rotação máxima seja de 6 000 RPM o dínamo terá de dispor de uma polia de razoáveis dimensões; contudo, um gerador que rode a menos de 1 200 RPM não produz corrente suficiente para carregar a bateria; assim, quando o motor funciona em marcha lenta, a 600 r. p. m., por exemplo, a bateria não pode ser carregada por um dínamo.

Em contrapartida, um alternador não apresenta grandes problemas de arrefecimento, já que os seus enrolamentos geradores são fixos. Pode ser calculado para debitar mais de 45 A, dado que o seu rotor pode girar a mais de 12 000 RPM.

Assim, quando o motor o motor funciona em marcha lenta, o alternador, comandado por uma polia de menores dimensões que a do motor, gira a 1 200 RPM – velocidade suficiente para carregar a bateria.



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